
Dedé Santana, o eterno “Trapalhão”, entrou para a lista dos famosos que se renderam à harmonização facial. O humorista, de 86 anos, virou assunto nas redes sociais após compartilhar a foto do antes e depois do procedimento. A repercussão deu espaço para a discussão: tem idade máxima para fazer tratamentos estéticos no rosto?
Como já sabemos, o envelhecimento é inevitável e traz consigo inúmeras alterações na pele. Ela se torna mais seca e áspera, há perda importante da estrutura óssea e dos coxins de gordura, sua elasticidade e a sua força de sustentação diminuem, e tudo isso faz com que ela se torne flácida e forme vincos (rugas e linhas de expressão). Mas, felizmente, há inúmeros tratamentos no mercado voltados à terceira idade.
O botox é, sem dúvida, o tratamento mais procurado: “São procedimentos com ótimas respostas para a terceira idade, pois visa reduzir as linhas de expressão nas regiões da testa, glabela (entre as sobrancelhas) e ao redor dos olhos, o procedimento é feito em minutos e de rápida recuperação. Os resultados precisam ser acompanhados e aparecem em 5-7 dias, em média”, explicou o médico Dr. Alexandre Adolfo, especialista em medicina estética, como a de fios de sustentação absorvíveis e não absorvíveis.
O preenchimento de olheiras com ácido hialurônico deve ser evitado, segundo o médico, pois pode causar nódulos, “bolsas” e inchaços no local. Nesse casos, para suavizar as olheiras, o tratamento mais indicado seria com o Ellansé, que é capaz preencher, clarear e ainda auxilia na estimulação do colágeno nas áreas tratadas. “Mesmo pacientes acima dos 70 e 80 anos podem fazer”, disse Alexandre.
O ácido hialurônico também é uma opção de preenchimento facial (lábios, queixo e contorno da mandíbula), que perdem volume, ficam com aspecto “murchado” e envelhecido. De acordo com o Alexandre Adolfo, médico referência em estética avançada, o preenchimento pode ser feito também associado a outros procedimentos para obter um melhor resultado e deixar o rosto com aparência mais harmônica e jovial”, explicou.
Embora a maior procura seja por procedimentos minimamente invasivos, algumas técnicas mais agressivas são bem aceitas, como a de fios de sustentação absorvíveis e não absorvíveis.












































































































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