A advogada, de 28 anos, que se pendurou em um prédio de 13 andares para tentar salvar a mãe e um primo de 2º grau, teve 70% do corpo queimado e segue internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). A jovem não estava no imóvel no momento em que o fogo começou, na manhã desta quarta-feira (15), e acessou a área externa do prédio, por um apartamento do 12º andar, para tentar retirar os familiares.
estemunhas registraram o momento em que a advogada se pendurou em aparelhos de ar-condicionado e teve acesso a uma janela do apartamento da família, que fica no 13º andar. Na sequência, outras pessoas também se penduram na estrutura para tentar ajudar as vítimas.
“Muito grito, barulho de portas batendo, daí quando saímos no hall, a gente viu a fumaça pelo apartamento que pegou fogo. Quando abriu a porta o fogo já estava alastrado no apartamento, tentamos apagar com extintor, mas já estava bem tomado. As pessoas já estavam presas para o lado da sacada, não conseguimos salvar”, declarou Patrick Simonetto, que também é morador do 13º andar.
O Corpo de Bombeiros foi acionado e ajudou no resgate das vítimas. Dentro do imóvel em chamas estavam uma mulher, de 51 anos, e uma criança, de 4. Apesar dos equipamentos e da roupa de proteção, dois agentes precisaram de atendimento médico. Um dos bombeiros sofreu queimaduras em 11% do corpo e outro inalou bastante fumaça.
“É uma ação quando não tem mais o que ser feito, ou eles entravam, ou nós não estaríamos com a vítima no hospital neste momento”, comentou o coronel do Corpo de Bombeiros Davi Daniel Simão.












































































































Deixe seu comentário