Ontem, após ser acionada para atender uma ocorrência de perturbação de sossego, a Polícia Militar enviou uma guarnição até o endereço indicado na denúncia. Na distribuidora de bebidas que fica na região central da cidade, os militares encontraram o som ligado em volume alto.
Enquanto algumas pessoas saíam do estabelecimento com a chegada da viatura, um jovem casal (21 e 24 anos) tentava atrapalhar a ação dos policiais. O dono do comércio admitiu não ter alvará de funcionamento, e também contou que alguns produtos que eram vendidos, como fumo para narguile, não possuíam nota fiscal.
Mas o que causou espanto foi a presença, na “adega”, de uma garota que dizia ter 15 anos. A adolescente, que estava visivelmente bêbada e com os olhos avermelhados, assumiu ter ingerido gim, bebida que teria sido comprado ali, “por ser mais barato”.
A menina disse que já esteve no mesmo local várias vezes, ingerindo bebidas e fumando narguile. Um teste do bafômetro revelou que a menor havia mesmo bebido. Ela disse que a mãe, para quem tinha enviado uma foto, tem conhecimento desse hábito, e acrescentou: fuma e bebe desde o ano passado.
Após encontrar na distribuidora um “dichavador”, os policiais deram voz de prisão a vários envolvidos na ocorrência, inclusive a adolescente, apresentando todos eles na Unisp, para o registro da ocorrência.
Na Polícia Civil, apareceu uma irmã da menor, com quem ela está morando atualmente, e fez revelações ainda mais espantosa: disse que ela tem apenas 13 anos e que já foi buscada na UPA em outras ocasiões, por estar embriagada.
Durante o atendimento da ocorrência, foram apreendidos 37 maços de fumo para Narguilé, 5 smartphones, um cigarro eletrônico e uma porção de entorpecente do tipo maconha.












































































































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