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Notícia Opinião e Política

30/03/2018 10:40 h

Futebol e política sob o efeito 7x1

Futebol e política sob o efeito 7x1

Estamos em 2018, o ano que não deveria existir. Não deveria existir metaforicamente dizendo, pois é ano de Copa do Mundo, ano de eleições no âmbito nacional, isto somado ao carnaval  de todos os anos, faz com que este ano não devia existir, pelo menos produtivamente. Tudo deveria girar em torno destes temas.....e como nenhum destes é de “dar camisa a ninguém” como diz o meu folclórico amigo Curiango, apelido que lhe foi dado pelo habito de sempre que chamado para fazer algum trabalho, diz em alto e bom som___ “ Amanhã eu vou!” , igual ao canto desta ave noturna.

Mas, deixemos o Curiango para lá e vamos falar no efeito sete a um, traumático efeito sete a um. Tão traumático que afetou psicologicamente a coletividade, atingiu uma nação inteira, e não estamos falando de qualquer nação não... estamos falando de um pais continental e com mais de duzentos milhões de habitantes, o Brasil! Haja visto que estamos a menos de cem dias da abertura do maior evento esportivo do mundo na modalidade na qual somos considerados especialistas, o futebol. E não se vê sequer uma bandeirinha nas ruas. Aquelas musiquinhas chicletes da rede Globo, então.... nem pensar . Parece que não sabemos do que se trata.... Maldita Alemanha, que nos impingiu este abalo emocional a ponto de até as empresas que tradicionalmente exploram esta “paixão” nacional, para vender seus produtos associando-os á Copa do Mundo, cadê as cervejarias, as indústrias de refrigerantes com a imagem do mascote nas embalagens. Até as distribuidoras de combustíveis e postos de gasolinas estão mudos buscando a discrição, sem bandeiras, sem promoções especiais do rumo ao  hexa, como foi do tetra, do penta etc. 

Portanto aquele Brasil e Alemanha do sete a um foi um impacto emocional brutal de mais, causou um trauma emocional na nação que mudou nosso comportamento. O mesmo está acontecendo com o intimo de alguns políticos no estado. Ao ver a “Barba do outro queimando.... põe a dele de molho”, mais um ditado do meu amigo Curiango. 

Com certeza nosso querido governador Confúcio Moura ao ver o que aconteceu com Antony Garotinho, Sergio Cabral e outros por esse Brasil afora se arrepiou todo e começou a amarelar e decidiu não renunciar para concorrer ao senado. Mas também conta nos dedinhos a possibilidade de se eleger senador e ganhar mais oito anos de foro privilegiado e imunidade. Da mesma maneira que nós depois da amarga e traumática derrota para a Alemanha evitamos falar em Copa do Mundo, vários politico parece que também evitam falar em eleições ou planos políticos para o futuro.....Nesta funesta situação temos vários políticos que ocupam cargos que garantem o tal do foro privilegiado, mas, que para garantirem este manto de impunidade precisam se arriscar a ficar vulneráveis por um período de no mínimo 150 dias, E aí o bicho pega. Ou melhor, o bicho pode pegar, neste caso não importa o placar seja 6X1...5X2...4X3......sendo desfavorável o destino sempre será funesto cadeia, tornozeleira. Mas, de qualquer modo é o fim da carreira.


Fonte: da Redação


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