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Brasil

17/07/2017 08:50 h

Troca de tiros entre assaltantes e polícia em joalheria na Bolívia deixa mortos - IMAGENS FORTES

Troca de tiros entre assaltantes e polícia em joalheria na Bolívia deixa mortos

Assaltantes fizeram reféns. Governo trabalha com hipótese de que ladrões são fugitivos de outro assalto a joalheria e membros do PCC.

Uma troca de tiros entre assaltantes e policiais da Bolívia deixou pelo menos 5 pessoas mortas nesta quinta-feira (13) em frente a uma joalheria na cidade de Santa Cruz de la Sierra, informou o governo local.

Os mortos são um policial, uma refém que tentou escapar e três assaltantes, dois deles de nacionalidade brasileira, segundo o secretário de governo da Bolívia, Carlos Romero. Um quarto assaltante e uma mulher foram presos.

Romero indicou que o governo trabalha com a hipótese de que os ladrões são fugitivos de outro assalto a uma joalheria e membros da facção criminosa PCC. "Preliminarmente podemos trabalhar com a hipótese de que são pessoas que têm relação com o conhecido assalto à joalheria Império. São fugitivos desse assalto. E consequentemente estão vinculados ao Primeiro Comando Capital (PCC) do Brasil", afirmou em coletiva de imprensa.

De acordo com Romero, a polícia demorou cinco minutos para chegar à joalheria Eurochronos, onde um grupo de quatro assaltantes armados faziam reféns. Após os policiais pedirem para que eles se entregassem, os assaltantes abriram fogo e mataram um tenente. Na troca de tiros, outros três policiais ficaram feridos. Um deles está em estado crítico. Segundo o jornal "El Deber", no total há 8 feridos, entre policiais e fundionários da joalheria.

Uma mulher que era feita refém tentou escapar e foi morta por um dos atacantes, de acordo com Romero. Depois disso, os assaltantes correram para dentro da loja e foram baleados pelos policiais. 

"Cada um dos ladrões tinha oito carregadores. Foram contabilizadas 240 balas", disse o secretário de governo.

O procurador do estado de Santa Cruz, José Centenaro, informou que designou uma comissão de procuradores para investigar o caso.




Fonte: G-1


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