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Notícia Opinião e Política

18/07/2017 10:12 h

Moradores às margens da BR 429 sofrem com poeira em Alvorada do Oeste e podem fechar a BR - VÍDEO

Moradores às margens da BR 429 sofrem com poeira em Alvorada do Oeste

Redação

Trechos da rodovia federal está sem asfalto e poeira causa doenças na população

Cerca de 20 famílias moradoras às margens da BR 429 em Alvorada do Oeste, distante a 02 Km do perímetro urbano, saída para São Miguel do Guaporé, se reuniram na tarde da última quarta-feira (05) para traçar futuras reivindicações com direito à paralisação do local, trancando o acesso por estarem sofrendo com a poeira, causada por falta de conclusão dos trechos da rodovia. Os moradores reivindicam da Superintendência do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), dos deputados federais e senadores de Rondônia, a conclusão dos trechos da BR, que infelizmente não acontece, ficando apenas em promessas.

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O início do período seco se torna um problema antigo sofrido pelos moradores, a grande quantidade de poeira se intensifica nessa época com a passagem de veículos. O problema, além de incomodar, também provoca doenças, principalmente gripe e conjuntivite, doenças respiratórias que prejudicam principalmente as crianças e os idosos.

O pecuarista, Daniel Duarte, explicou que muitas mães estão com seus filhos com problemas respiratórios, com sintomas de uma forte gripe. Ele mora a poucos metros da rodovia. “Desde sempre não temos asfalto, agora no período seco, estamos com essa poeira. Todo ano é assim, período de poeira, traz as doenças respiratórias e no período chuvoso, traz o barro, atoleiros com acidentes.  Minha família está gripada, está doente e tudo em casa fica sujo. Minha casa, passa o dia inteiro com portas e janelas fechadas, mesmo assim, a poeira entra dentro de casa”, relatou Daniel.

Para outro morador do local, Carlos Calazans, surge uma “nuvem” de poeira e se instala no trecho, com a intensa circulação de veículos, principalmente veículos pesados que trafegam na BR. “Aqui passa mais de 50 caminhões e carretas durante o dia, tarde e noite, e como não tem vento, a poeira se concentra mais. Até quando continuaremos sofrendo com essa situação, sem esquecer dos atoleiros no período chuvoso todos os anos”, explicou Calazans.

As famílias relembraram que no período chuvoso deste ano de 2017 parlamentares federais estiveram no local com diretores do DNIT, alegando que no final de maio, as obras dos trechos sem asfalto, teriam início, começando por Alvorada do Oeste, saída para São Miguel do Guaporé, mas infelizmente não acorreu.

Fotos: Bernardo - JCV



Fonte: Jornal Correio do Vale

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